Este blog surge da necessidade de defender a freguesia de S.
Julião que recentemente foi humilhada e desapareceu simplesmente do mapa
concelhio.
O processo de “de”reorganização das freguesias deixou marcas
profundas no coração de muitos. Em muitos sítios houve o bom senso de os nomes
não terem desaparecido através dum sistema de união das freguesias em que o nome
da freguesia ficou para perdurar.
Vários exemplos são dados aqui perto em Coimbra: como a União
das freguesias de Taveiro, Ameal e Arzila ou freguesia de Coimbra que inclui Sé
Nova, Santa Cruz, Almedina e São Bartolomeu.
No concelho da Figueira da Foz deveria também ser seguido esse exemplo. União
das freguesias de Alhadas e Brenha e por exemplo Freguesia da Figueira da Foz
(que incluiria eventualmente as freguesias de S. Julião e Buarcos, mas não necessariamente essas ou só essas).
Mas não, alguns senhores iluminados, consideraram que se
devia simplesmente eliminar S. Julião da Figueira da Foz (porque ainda existe S. Julião de Setúbal) e assim, anexar o território, vejam bem “anexar”
o território de S. Julião. Buarcos que nunca foi cidade, anexar o principal
território da cidade da Figueira da Foz.
Os partidos na cegueira de que as traições é que contam
fizeram um acordo entre autarcas, Buarcos, Tavarede, S. Pedro e Lavos, que como
dizia Saldanha Sanches são a principal fonte de “corrupção” deste país.
Tavarede deixava de ser urbana e alargava as suas
fronteiras, S. Pedro não era anexada por Lavos e Lavos não era extinta e alargava
as suas fronteiras e, finalmente Buarcos, não urbana, anexava uma freguesia
urbana, isto é a “aldeia” acabava com a cidade, com a promessa de que o próximo presidente desta freguesia faria frente à gestão camarária. Que mentes "doentes".
Solidariedade entre territórios, solidariedade entre
freguesias, solidariedade entre Partidos. Treta! Para eles democracia,
representação das populações e seus interesses, gestão do território ao serviço
das populações são meras figura de retórica. O que interessa é influência é
manter o seu nome a todo o custo mesmo que isso signifique acabar com tudo até
a identidade da cidade.
O desenvolvimento económico de São Julião da Figueira da Foz
provocou mesmo a transferência para o local, da Câmara de Tavarede, em 1770. Por
isso, em nome dos que de uma forma digna representaram os interesses da
freguesia de S. Julião, povoado anterior à época luso-romana, após o 25 de
Abril, Carlos Gonçalves, Luís Ratinho , Jorge Lobo, Gil Ferreira, Vítor Coelho e Góis Moço, Lançamos um grito de revolta e
de protesto como S. Julião foi tratada e apelamos para que todos, no próximo ato
eleitoral, demonstrem de uma forma clara o seu descontentamento.
Já era tempo de aparecer um blog em defesa de S. Julião. Eu por mim vou demonstrar o meu descontentamento no próximo ato eleitoral
ResponderEliminarÉ uma vergonha a forma como foi tratado S. Julião. Como é possível acabar com a freguesia.
ResponderEliminarOs Velhos do Restelo estão a aparecer. Enquanto andaram em negociatas, elementos do PS e outros às escondidas, com correrias para Lisboa levando outros, atraiçondo-os com o seu desconhecimento. Agora que já sabem algumas verdades nem os apoiam. Para que isto aconteça vão ler a cartilha de São Julião (Presidente) e façam-lhe a pergunta!!!
ResponderEliminar